Os casos de Dengue em nosso município, infelizmente, continuam a subir. A Prefeitura de Paramirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, tem trabalhado intensamente para combater a situação, mas esta é uma missão que não depende apenas do poder público. Nós também precisamos da sua ajuda!
Entenda melhor a situação:
- Por que a Dengue aparece mais nessa época?
Estamos em um período com maior quantidade de chuvas, o que aumenta a oferta de criadouros onde a fêmea do Aedes aegypti pode deixar seus ovos, e com as altas temperaturas do verão, o desenvolvimento do mosquito entre as fases de ovo-larva-adulto, é acelerado. Por isso é tão importante não deixar água parada e verificar se sua residência não tem nenhum possível criadouro do Aedes aegypti.
- O que a Secretaria Municipal de Saúde está fazendo?
Vistorias residenciais constantes pelos Agentes de Combate às Endemias (ACEs);
Orientação a população e fiscalização das residências por meios dos ACEs;
Realização de bloqueios costais em áreas com casos de dengue.
- O que é o bloqueio costal?
O bloqueio costal é quando um Agente de Combate às Endemias usa uma bomba nas costas e borrifa um inseticida chamado Cielo em um raio de 100m da casa com notificação de Dengue/Zika/Chikungunya. Mas, para que essa ação seja realizada, é EXTREMAMENTE NECESSÁRIO que a pessoa com sintomas dessas doenças procure uma Unidade de Saúde e informe o seu estado. Só assim um caso é notificado e só depois disso podemos fazer um bloqueio costal.
- Cadê o famoso fumacê?
O típico carro fumacê só é utilizado quando um município atinge uma porcentagem de casos confirmados. Porém, o estado da Bahia está com um déficit no inseticida utilizado nesta ação. Além disso, o fumacê deve ser usado com cuidado, uma vez que ele apresenta risco ao meio ambiente por não matar somente o mosquito da dengue, mas todos os insetos, dificultando assim a polinização.
Nas fotos acima, mostramos momentos das vistorias e bloqueios costais realizados pelos nossos ACEs. Em muitas visitas foram encontrados vários locais com focos, como por exemplo caixas d’águas abertas e cheias de larvas.
Lembramos ainda que os proprietários de terrenos devem manter suas áreas limpas e sem locais que facilitem o acúmulo de água.

